Nos anos 50 do século XX, o salão de festas dos Bombeiros Voluntários Celoricenses foi palco de inúmeras representações teatrais, levadas a efeito por um grupo de actores amadores de Celorico de Basto.
domingo, outubro 25, 2009
domingo, setembro 20, 2009
sexta-feira, agosto 28, 2009
Escola Primária de Fermil
No âmbito do Plano dos Centenários, foi construído um Edifício Escolar, na povoação de Fermil de Basto, com quatro amplas salas, sendo duas para o sexo masculino, uma para o sexo feminino e outra mista.O terreno foi doado pelo casal de beneméritos, Capitão José António Queirós Saavedra e sua esposa D. Maria Emília Gustanho Saavedra.
A nova escola, uma das melhores de toda a região de Basto, era uma velha aspiração da população de Além-Pinha.
Para preparar o programa de inauguração do Edifício Escolar de Fermil de Basto, foi constituída uma Comissão Executiva, que integrava as seguintes individualidades: Profª D. Maria Emília da Silva, Profª D. Maria Augusta Alves Teixeira de Araújo, D. Maria Armanda da Costa Lacerda Pinto, D. Maria Sameiro Lopes Guimarães Coelho, Pe. David Coelho, Pe. Manuel Bastos, Albano de Magalhães, José Joaquim Teixeira Alves e Manuel Teixeira Palhares.
No dia 15 de Junho de 1952 foi inaugurada a nova Escola de Fermil, para as crianças das freguesias de Molares, Gagos e Veade.

Após a Missa Campal, junto à capela de Nossa Senhora da Conceição em Fermil, a população concentrou-se junto ao Edifício Escolar, para assistir à bênção da nova escola e à sessão solene de inauguração, que foi presidida pelo Governador Civil de Braga. Faziam também parte da mesa, o Presidente da Câmara de Celorico de Basto, Eduardo Pinheiro Torres, o Vice-Presidente, Joaquim Narciso Bahia, o Delegado Escolar do Distrito de Braga, o Arcipreste Revº Pe. Joaquim Magalhães Lima, o Comendador Mota Ribeiro, o Capitão José Saavedra, o Capitão Guedes Gomes, o Dr. Inácio Xavier e a Professora D. Maria Emília da Silva.
sábado, julho 25, 2009
Teatro “Namoro Engraçado”
A peça de teatro “Namoro Engraçado” foi representada inúmeras vezes por actores celoricenses, durante os anos 50 do séc. XX, na sala de espectáculos do antigo Quartel dos Bombeiros Voluntários Celoricenses.Toda a história estava centrada num namoro proibido pelos pais da jovem, e para ultrapassar este obstáculo, o galã entrava pela janela da casa da sua namorada, sendo interceptado por dois Cabos da Ordem, que o procuravam prender, por intrusão em propriedade alheia. Quem acaba por autorizar o namoro deste jovem casal, foi a avó da moça, por sinal também bonita e elegante.
Apelamos aos nossos leitores, que através dos seus comentários procurem identificar o elenco desta peça.
quarta-feira, junho 10, 2009
Cruzeiro de Lordelo
O Cruzeiro de Lordelo está implantado junto ao cruzamento do lugar de Lordelo, freguesia de Veade, concelho de Celorico de Basto, em terreno fronteiro a uma casa de habitação. Testemunho da vivência religiosa exterior, que imprime aos espaços e caminhos uma dimensão sagrada, o cruzeiro deveria complementar as manifestações religiosas das igrejas, que ciclicamente atraíam os crentes que aqui se deslocavam em romaria.A vocação religiosa do local parece ser bastante remota, e a sua construção, presume-se que seja do século XVIII.
O cruzeiro assenta sobre um soco quadrangular, com um pedestal prismático com coluna monolítica, rematada por capitel escalonado, e uma esfera encimada por uma cruz latina.
Actualmente e devido à construção de uma casa de habitação e do seu acesso, o terreno encontra-se escavado a toda a volta do cruzeiro, pondo em risco a sua existência enquanto monumento concelhio.
domingo, maio 17, 2009
Milícias de Basto
Para percebermos melhor a acção das Milícias de Basto nas Invasões Francesas, designadamente na defesa da Ponte de Amarante, no ano de 1809, temos que fazer uma retrospectiva, nos domínios militar, ideológico, político-administrativo e no contributo da dinâmica popular no movimento restaurador.Com base em consultas efectuadas aos arquivos municipais e distritais e em boas monografias publicadas sobre as Invasões Francesas, pretendemos dar um enquadramento histórico.
Extinção dos Terços Auxiliares dando lugar às Milícias.
Alvará de 7 de Agosto de 1796«QUERENDO Eu dar às Tropas Auxiliares dos Meus Reinos provas manifestas da Minha Real Satisfação, e do muito que elas merecem, Sou fervida Declarar; que todos os Corpos até agora intitulados Terços Auxiliares serão denominados para o futuro Regimentos de Milícias das Comarcas, ou Distritos aonde pertencerem o; que todos os seus Mestres de Campo serão outro fim denominados Coronéis de Milícias, à imitação dos das Tropas pagas; e que poderão usar de o Banda em todas as funções militares.
E querendo Eu que os sobreditos Regimentos de Milícias sejam em tudo conformes aos das Tropas Regulares do Meu Exercito, na sua organização, e formatura; Sou fervida Determinar que em todos eles haja para o futuro hum Tenente Coronel, e os mais Oficias que vão declarados no Corpo do Plano, que baixará com ele: Que em todos eles hajam Bandeiras, e Tambores fornecidos pelos Meus Arsenais, e que os Tambores, e Pífanos sejam pagos pelas Tesourarias Gerais do Meu Exercito, como os dos mais Regimentos de Linha.
E outro fim Sou servida Declarar que todos os Capitães das Tropas pagas, que quiserem passar aos Postos de Sargentos Móres de Milícias, gozarão em tempo de paz do soldo, que percebiam; e no tempo de Guerra do soldo de vinte e seis mil reis; além das mais vantagens relativas ao seu emprego: que todos os Alferes das sobreditas Tropas pagas, que quiserem passar a Ajudantes do número, gozarão igualmente dos soldos, que lhe competiam, e em tempo de Guerra da vantagem de quinze mil réis por mes.
E finalmente que todos os Sargentos dos Regimentos de Linha, que houverem de palrar a Ajudantes Supras, gozem em tempo de paz do soldo de dez mil réis mensais, e no da Guerra do soldo de dez mil réis. O Conselho de Guerra o tenha afim entendido, e o faça executar com as Ordens, necessárias. Palácio de Queluz em sete de Agosto de mil setecentos noventa e seis.
Com Rubrica do PRÍNCIPE N. SENHOR.»
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